"Quero fazer da minha existencia lesbica feminista a produção crítica de mim mesma e do mundo!"
(frase criada por várias lésbicas feminista do Brasil- Marylucia Mesquita, Luanna Marley, Kaká Kolinsk...)
quarta-feira, 17 de novembro de 2010
Seminário Nacioanal discute a Mulher e Mídia
terça-feira, 16 de novembro de 2010
Confira a Programação da Terça Negra em Fortaleza
Durante as próximas semanas, as Terças Negras apresentarão atrações como Cadê as Rosas, dia 23, e uma homenagem ao Dia Nacional do Samba, com show Escola de Samba Unidos do Pajeú e participação de Bons Amigos e Bateria Surdo Bom, no dia 30 de novembro, encerrando o mês.
Para além das Terças Negras, a Coppir programou uma série de atividades em comemoração ao mês da Consciência Negra, fazendo a política de promoção da igualdade racial se afirmar e se espraiar nas diversas ações e equipamentos da Prefeitura Municipal de Fortaleza. Assim, as programações culturais do Passeio Público, do Mercado dos Pinhões e da Biblioteca Pública Municipal Dolor Barreira também estão dedicadas ao tema.
Confira a programação:
DIA 16
18h -Terça Negra - Grupo Camaleões do Vila
Local: Parque da Liberdade/ Cidade da Criança (Rua Pedro I, s/n, Centro)
DIA 23
18h – Terça Negra - Cadê as Rosas
Local: Parque da Liberdade/ Cidade da Criança (Rua Pedro I, s/n, Centro)
DIA 30
18h - Terça Negra: Homenagem Dia Nacional do Samba - Show Escola de Samba Unidos do Pajeú, com Participação Bons Amigos e Bateria Surdo Bom
Local: Parque da Liberdade/ Cidade da Criança (Rua Pedro I, s/n, Centro)
Serviço
Terças Negras.
Local: Parque da Liberdade/ Cidade da Criança (Rua Pedro I, s/n, Centro)
Mais informações: (85) 3452.7747
Outras informações para a imprensa: Assessoria de Comunicação da Secretaria de Direitos Humanos de Fortaleza (3131 1698). Falar com Roberta França (8814 8091) ou Carol Costa (8121-8211)--
______________________________
PROJETO TERÇA NEGRA - COPPIR
Parque da Liberdade/Cidade da Criança
Rua Pedro I, s/n, Centro
Telefone: (85) 3452-7747
domingo, 14 de novembro de 2010
Vídeo da CAminhada Lésbica Feminista em BH
sexta-feira, 12 de novembro de 2010
Polícias e Guardas fazem ato contra Homofobia ( no Rio)
Enquanto o Rio de Janeiro sedia o 2º Seminário Nacional de Segurança Pública para LGBT (lésbicas, gays, bissexuais, travestis e transexuais), um ato contra a homofobia ocorreu hoje (10) na Candelária, no centro da cidade. O ato reuniu guardas municipais, policiais civis e militares que lembraram os LGBTs assassinados no Brasil. Durante a manifestação, flores foram distribuídas às pessoas que passavam pelo local, além de bolas brancas simbolizando os homossexuais assassinados.
De acordo com o presidente da organização não governamental Grupo Arco-Iris, Júlio Moreira, não se pode discutir segurança pública para o público LGBT sem assegurar a inclusão social para os homossexuais.
“Não podemos discutir a questão da segurança pública [para os homossexuais] se não houver políticas públicas de inclusão social. Em muitas vezes a vítima sofre violência homofóbica justamente pelas vulnerabilidades sociais em que elas convivem. Um exemplo são os travestis e os transsexuais, pois se expõem ao assumirem uma identidade de gênero feminino. Com isso, eles têm dificuldade ao acesso básico à saúde, educação e ao trabalho. Então temos que trabalhar neste âmbito também para melhorar o quadro de discriminação no país”, afirmou.
Segundo o superintendente de Direitos Individuais, Coletivos e Difusos da Secretaria de Estado de Assistência Social e Direitos Humanos do Rio, Cláudio Nascimento, mesmo com a tradição das polícias serem machistas, nos últimos anos os policiais estão mudando a perspectiva ao lidar com a temática LGBT.
“A tradição das policias, por conta da ditadura militar, é uma tradição ainda machista, muito conservadora. Mas, na última década, estamos percebendo uma mudança grande nas perspectivas dos policiais, na maneira de lidar com esta temática [LGBT]. Isso mostra que as políticas de segurança pública para LGBT avançam e agora precisamos aumentar ainda mais o diálogo entre a comunidade homossexual e os vários segmentos operadores de segurança pública”, disse.
O seminário, que ocorre no Hotel Guanabara, no centro da cidade, termina amanhã (10). Segundo Nascimento, os participantes do seminário estão elaborando um plano de ação nacional na área de segurança pública para combater a discriminação. Eles esperam também definir um conjunto de diretrizes para elaborar 27 planos estaduais, direcionados às forças policiais em cada estado da Federação.
Da Agência Brasil
terça-feira, 2 de novembro de 2010
Representantes do LAMCE participam de Seminário Internacioanal sobre Lesbianidade e Feminismo
O Seminário contará com a participação de 300 pessoas, tendo como objetivo articular a temática da Diversidade Sexual feminina a outras categorias como raça, classe e aspectos geracionais para a compreensão e o enfrentamento ao fenômeno da violência contra as mulheres, junto a pesquisadores/as acadêmicos e aos movimentos sociais do Brasil, América Latina e Estados Unidos.
A programação está estruturada em uma conferência de abertura, seis grandes mesas que abordarão diversos temas relevantes para a ação do movimento de mulheres lésbicas e feministas, para a produção de saberes e a construção de políticas que dialoguem com a multiplicidade dos desafios contemporâneos.
A conferência de abertura que ocorrerá no dia 3/11, às 20 horas, será com Jaya Sharma, da Índia. Ela é fundadora da Nirantar, um centro de gênero e educação com sede em Nova Delhi. A conferencista, que é uma pesquisadora, vem trabalhando há mais de 20 anos com as questões dos direitos das mulheres e a educação, focando o empoderamento e a descriminalização da sexualidade não-heterossexuais na Índia.
Atualmente Jaya Sharma está coordenando a iniciativa Educação Sexual no Nirantar, priorizando o direito de acesso à educação sexual com perspectivas comunitárias relacionadas à sexualidade por meio de ações de ONGS que trabalham com mulheres pobres de comunidades marginalizadas, principalmente na Índia rural, através de oficinas e material educativo.
No último dia do Seminário, 5/11, a secretária executiva da Rede, Telia Negrão, fará sua intervenção sobre “Aborto como tema de direitos sexuais” ao lado da peruana Roxana Vasquez, do Cladem (foto), e da psicóloga Valéria Melki, da Católicas Pelo Direito de Decidir. A debatedora desta mesa será Margareth Arilha, da Comissão de Cidadania e Reprodução.
Durante o Seminário serão realizadas oito oficinas seguindo a ação do projeto Ações para a Visibilidade Lésbica Sob a Ótica Feminista: Construindo Saberes, Enfrentando Violências. Para saber mais clique aqui
domingo, 31 de outubro de 2010
Festival de Cinema e Diversidade Sexual em Fortaleza
Eu Não Quero Voltar Sozinho/SP – Daniel Ribeiro
Depois do Almoço/SP – Rodrigo Diaz Diaz
A Parada/CE – Simone Lima
Ensaio de Cinema/RJ – Allan Ribeiro
Essa Pintura Dispensa Flores/RJ – Luiz Carlos Lacerda
Sou Mulher, Sou Brasileira, Sou Lésbica/RJ – Vagner de Almeida
Even In My Dreams/EUA – Flavio Alves
Glossário/CE – Fabinho Vieira
E Agora Luke?/RJ – Alan Nóbrega
Ghosted/Alemanha/ Taiwan - Monika Treut
Tu Eliges/ Espanha – Antonia San Juan
Muñeca/Chile – Sebastian Arrau
Dzi Croquettes/Brasil - Tatiana Issa e Raphael Alvarez
Elvis e Madona/Brasil - Marcelo Laffitte
Meu Amigo Cláudia/Brasil – Dácio Pinheiro
Lesbianas Invasoras del espacio exterior/Espanha – Victor Conde
Acción Reacción/Espanha -
Sombras en el Viento/ Espanha – Julia Guillén Creagh
Dicem (They Tell)/Espanha – Juanma Carrillo
Diario de un corazón/ Espanha – Juan José Serrano
Jodienda Warrick/ Espanha – Fernando Gamero
NU2/Espanha – Pedro Riutort
Paco/Espanha – Jorge Roelas
Philia/ México – Constantino Escandón
Amor crudo/Argentina - Juan Chappa Martín Deus
Caníbales/Espanha - Juanma Carrillo
Pulsiones/Espanha - José Manuel Carrasco
La Tarefa/ Cuba
Caldazzo Por La Diversidad/ Guatemala
quinta-feira, 28 de outubro de 2010
quarta-feira, 20 de outubro de 2010
Brechó e festa sábado na Casa Feminista!
Audiência Pública “Assassinatos praticados contra a população LGBT” - click na imagem para ampliar!
segunda-feira, 18 de outubro de 2010
Os Jogos da Diversidade Sexual têm o objetivo de proporcionar aos/às participantes uma visibilidade positiva acerca da comunidade LGBTT (Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis e Transexuais), celebrando a diversidade sexual e lançando desafios contra a discriminação pela livre orientação e expressão sexual e identidade de gênero dentro do esporte.
quinta-feira, 14 de outubro de 2010
Como esquecer: um filme sobre a perda com protagonistas lésbicas
Assessoria de Comunicação
FCM formando a opnião pública - Artigo de Cris Faustino no Jornal o Povo
CARTA ABERTA A SOCIEDADE SOBRE AS ELEIÇÕES 2010 - Coletivo de Mulheres da ABGLT
sábado, 9 de outubro de 2010
Nota Pública - Repúdio a TV Cidade
Nós, movimentos de mulheres do Ceará, manifestamos nosso repúdio à forma como a TV Cidade abordou o tema do aborto em matéria veiculada no programa CIDADE 190 do dia 07/10/2010. A matéria aborda, de forma sensacionalista e desrespeitosa , o tema do aborto, sem considerar a realidade das mulheres que, por diferentes razões, precisam a este recorrer. A forma tendenciosa e apelativa com que a questão foi tratada fere os princípios jornalísticos, não permitindo o confronto de idéias, não ouvindo as opiniões divergentes das expostas na matéria, criminalizando as mulheres e impedindo assim o debate democrático – condição básica para um veículo que é uma concessão pública.
O Programa Cidade 190 coloca-se como de prestação de serviços e um canal de denúncia dos problemas da comunidade e das dificuldades que atingem a população mais pobre, mas a postura tem sido outra, evidenciada na forma com tratou a questão do aborto, que afeta diretamente a vida das mulheres, sobretudo das mais pobres, de forma descomprometida com a realidade destas.
Por ser um serviço público, a informação divulgada pelos veículos de comunicação de rádio e TV precisa refletir a pluralidade de opiniões, respeitando as diferenças econômicas, políticas, sociais, de religião, de gênero, de raça, de orientação sexual, de condição física do nosso povo. Mas, da forma como a questão do aborto foi exposta, não contribui para a reflexão e o debate sobre o tema, pois não contextualiza os diversos fatores que envolvem a situação do aborto no Brasil; apenas explora os sentimentos das pessoas de forma grotesca.
O direito ao aborto é defendido internacionalmente como questão de saúde pública em deliberação da Organização Mundial de Saúde (OMS) e foi aprovado nas duas Conferências de Políticas para Mulheres, na Conferência Nacional de Direitos Humanos, na Conferência Nacional de Juventude, na Conferência Nacional de Igualdade Racial e Étnica e Conferência Nacional LGBTT.
Isso significa que o tema precisa ser abordado a partir de muitas questões, entre estas, as centenas de morte de mulheres, os milhares de atendimentos nos hospitais públicos daquelas a quem só resta o uso de métodos inseguros e o risco de morte e as centenas de milhares de casos que sequer chegam ao conhecimento público.
O aborto diz respeito às violências cotidianas que as mulheres e meninas enfrentam no estupro e no abandono tanto dos homens quanto das instituições públicas. Diz respeito à necessidade de reconhecer as mulheres como eticamente capazes de decidir sobre suas vidas. Diz respeito aos direitos humanos e autonomia das mulheres. Diz respeito à justiça social, pois são as mais pobres que estão sujeitas a morrer, a serem maltratadas nos hospitais ou presas. Diz respeito ainda à construção democrática do debate e das decisões sobre as políticas públicas. É devido à ilegalidade do aborto e a criminalização das mulheres que surgem as clínicas clandestinas. Elas são reflexos das negações do direito das mulheres de decidir sobre suas vidas.
A forma como a TV Cidade tratou o tema é um desserviço ao debate democrático, pois não permite a diversidade de opiniões e impõe um pensamento único. Por isso, se faz necessário que essa televisão resgata os princípios democráticos do jornalismo e trate a questão do aborto com a seriedade e complexidade que ela exige. Caso contrário, continuará reafirmando um modelo de sociedade e de mídia que nega a possibilidade de um debate que estabeleça a real cidadania.
Nenhuma mulher deve ser presa, maltratada, humilhada ou morta por praticar aborto!
Pela não criminalização das mulheres e pela legalização do aborto!
sexta-feira, 8 de outubro de 2010
URGENTE – hoje 8 de outubro, as 16h na Praça da Imprensa (em frente a TV Cidade)

ATO PÚBLICO CONTRA A CRIMINALIZAÇÃO PELA MÍDIA DAS MULHERES QUE FAZEM ABORTO
Ontem, 7 de outubro, a TV Cidade, no programa Cidade 190 veiculou uma matéria que expunha uma clínica que realiza abortos em Fortaleza e criminalizava brutalmente as mulheres que realizam tal procedimento. Ainda a noite, a TV União no programa Na Hora, realiza um “debate” somente com pessoas que são contra a legalização, excluindo totalmente as mulheres e suas opiniões. Não podemos ficar caladas perante o fato, por isso convocamos a sociedade para estar conosco neste ato contra a criminalização pela mídia das mulheres que fazem aborto.
sábado, 2 de outubro de 2010
LAMCE na Guatemala

Entre os dias 05 e 15 de outubro de 2010 representante do Grupo LAMCE estará na Guatemala participando de duas grandes atividades lésbico-feministas.
A primeira atividade será a Avaliação dos projetos apoiados pelo consórcio de financiadores latino-americanos de grupos de mulheres e pela Astrea Foundation. Aqui no Brasil, desde 2008, o grupo LAMCE e mais 8 grupos de lésbicas e mulheres bissexuais têm os seus projetos sociais financiados e fortalecidos pelo Fundo Social ELAS. Assim, dias 05,06,07 e 08 de outubro, serão destinados não somente para refletir sobre estes projetos sociais voltados para lésbicas, bissexuais e mulheres transexuais, bem como será um momento de pensar novos rumos para estes grupos e fazer intercâmbio entre os grupos de lésbicas e bissexuais da América-Laina e Caribe.
É importante compartilharmos com todas/os vocês que, se hoje o Grupo LAMCE tem uma sede - a Casa Feminista Nazaré Flor- , maior visibilidade e incidência política é devido a confiança do Fundo Social ELAS, que acreditou no nosso projeto chamado "“A VISIBILIDADE DOS SUJEITOS POLÍTICOS LÉSBICAS: FORTALECENDO E EMPODERANDO AS MULHERES LÉSBICAS DO CEARÁ, A PARTIR DO FEMINISMO”. Esteve projeto teve como objetivo contribuir para o formação do pensamento crítico e a consolidação de ações feministas junto às lésbicas e mulheres bissexuais do Ceará, bem como fortalecer institucionalmente o LAMCE.
Maiores informações sobre estes eventos, não deixe de acessar e conhecer:
www.fundosocialelas.org
http://elflacguate.blogspot.com/
Se ligue no LAMCE e entre em contato com a gente!
quinta-feira, 30 de setembro de 2010
Produto Humano
sexta-feira, 17 de setembro de 2010
Carta as participantes do I Encontro de Lésbicas e mulheres bissexuais do Ceará
Caras companheiras participantes do I Encontro de lésbicas e mulheres bissexuais do Ceará. Nós, da organização desejamos que vocês sejam muito bem vindas a Fortaleza.
O objetivo desse encontro é propiciar as nossas trocas de experiências e “informações” afim de que refletimos sobre nossas situações nessa sociedade de regras e normas comportamentais.
Para que isso aconteça, nós planejamos alguns momentos de reflexão, outros de ação e ainda algum tempo livre para que possamos informalmente dialogar e nos conhecer melhor.
O lugar onde acontecerá o evento é o Centro de Pesquisa Frei Humberto do MST que se localiza na Rua Paulo Firmeza, 445, São João do Tauape. Nesse mesmo local serão feitas todas as refeições e ficaram hospedadas todas as participantes do interior do estado e também algumas pessoas da organização.
Para as participantes do interior estarão garantidos os seguintes gastos: Hospedagem durante os dias 22, 23, 24 e 25 pela manhã, Café da manhã do dias 23, 24 e 25, Almoço dos dias 23 e 24, Jantar dos dias 22, 23 e 24, e Lanches. Ainda serão repassados os valores correspondentes a viagem até Fortaleza, desde que os gastos sejam comprovados por recibos, notas, bilhetes da passagem ou outros comprovantes válidos .
A orientação é que assim que a participante chegar a Fortaleza pegue um Taxi com outras participantes do mesmo estado ate o centro Frei Humberto de Formação que também ressarciremos esse gasto.
Para as participantes de Fortaleza serão garantidos almoço e lanche durante o(s) dia(s) da(s) atividade(s) participada e mais o material didático.
Salientamos que o entorno do local do evento não é muito seguro, por isso orientamos que saídas noturnas devem ser evitadas ou feitas através de taxi ou carro e além disso é essencial informar ao MST o horário do retorno.
Maiores Informações:
ALYNE: (85) 87950564
CRISTIANE: (85) 87080959
ELITÂNIA: (85) 81125510
Desejamos que todas tenha um bom encontro e uma boa estadia em Fortaleza!
Secretária executiva
I Encontro de Lébicas Mulheres Bissexuais do Ceará
I Encontro Estadual de Lésbicas e Mulheres Bissexuais
Estão sendo destinadas 70 vagas para o evento, sendo que 30 são para participantes do interior do estado e 40 para participatnes de Fortaleza.
Até o presente momento temos 27 das 30 vagas disponíveis para o interior preenchidas, mais ainda há tempo para inscrições, principalmente se você for de Fortaleza!
Confira a programação do encontro:
Programação I° Encontro da Visibilidade Lésbica do Ceará
Dia 22 Quarta-feira
16hrs: Chegada das participantes e credenciamento
19hrs: Cerimônia de Abertura com Tambores de Safo
Dia 23 Quinta-feira
9hrs: Discussão Inicial - Gosto de Mulheres: tenho sempre que me esconder?
11hrs: Exibição de parte do filme “Desejos proibidos”
12hrs: Almoço
14hrs: Debate em grupos
16hrs: Socialização dos trabalhos de grupo
18hrs: Noite livre
Dia 24 Sexta-feira
9hrs: Oficina de Tambores
13hrs: Almoço
16hrs: Concentração da Iª Caminhada de Lésbicas e Mulheres Bissexuais do Ceará
18hrs: Inicio da Caminhada
19hrs: Festa alusiva da Visibilidade de Lésbicas e Mulheres Bissexuais
22hrs: Encerramento
sexta-feira, 3 de setembro de 2010
Convocatória para Artístas Lésbicas e Bissexuais
Nome Completo:
Nome Social:
Documento de Identidade (RG): CPF:
Endereço Completo:
N.º Bairro:
CEP: Cidade: Estado:
Telefones para contato : E-mail:
Você está vinculado a alguma instituição, grupo, ONG ou movimento social?
Você conhece ou tem contato com alguma luta pelos direitos LGBT no Brasil?
Qual tipo de trabalho artístico trabalha? você possui um currículum ou portifólio?
Como poderíamos conhecer seu trabalho?
Observação: Esclarecemos que esta ficha de inscrição deverá ser enviada até a data de 14 de setembro para o seguinte e-mail (cristianevaldivino@gmail.com) pois será avaliada por uma comissão formada pela organização da Semana da Visibilidade Lésbica. Caso a inscrição seja validada ela dará direito a expor seus trabalhos na amostra de arte lésbica ou feira mix que acontecerão em alusão a semana da visibilidade lésbica nos dia 22,23 e 24 de setembro tendo como objetivo mobilizar as lésbica e bissexuais para estarem juntas levantando suas bandeiras de luta.
quinta-feira, 2 de setembro de 2010
Cirurgia para mudança de sexo de mulheres será permitida no Brasil

sexta-feira, 20 de agosto de 2010
Quarta Cultural LGBT com o tema "Visibilidade Lésbica"
Nota – Lei Maria da Penha: avanços e retrocessos
A Lei Maria da Penha – 11.340/06 é um grande salto na evolução da cidadania feminina. Esse mecanismo de lei já efetivou várias ações diretas e indiretas em benefício das mulheres. A lei de origem cearense lançou popularmente suas vigas nas mentes coletivas do país, e firmou juridicamente seu atrasado compromisso com as mulheres. A lei, portanto, ampliou a visibilidade da trágica violência cometida, principalmente por aqueles que gozaram da intimidade, do afeto e do convívio com a mulher.
A violência de gênero desconhece fronteiras de classe, instrução, religião ou geografia. O reconhecimento das agressões e feminicídios são recentes na historia, antes da Lei Maria da Penha, qualquer ato de violência seria justificado como natural, a agressão contra a mulher era considerado crime de menor potencial ofensivo, tratada nos Juizados Especiais Criminais e freqüentemente respondida com o pagamento de cestas básicas.
Em agosto de 2010, a Lei Maria da Penha completa quatro anos de intervenção, a lei já mudou comportamentos de homens e mulheres e impediu muitas agressões e mortes, mas é necessário mais eficiência e investimentos na implantação dessa política. A Secretaria de Políticas Públicas para Mulheres alerta para a perseguição dos altos índices:
“A Central de Atendimento à Mulher - Ligue 180, registrou um aumento de 112% no número de denúncias de janeiro a junho deste ano, em comparação com o mesmo período de 2009. No primeiro semestre de 2010, foram 343.063 atendimentos - contra 161.774 nos seis primeiros meses de 2009.”
O Brasil se destacou recentemente pela maneira vil que os assassinos brutalizaram suas vítimas. Nos tornamos referencia internacional, quando de longe avistamos diversos casos de impunidade e barbaridade contra as mulheres. São “companheiros” que trucidam, fragmentam e exterminam com requintes de crueldade, a mente e o corpo feminino.
O caso da modelo Eliza Samudio e da advogada Mércia Nakashima, declarou um histórico de falhas e lacunas na Lei e nas instituições em coibir os assassinatos. A cultura jurídica como um todo, ainda se mostra dissociada das normas internacionais dos direitos humanos das mulheres. Contando também com a gradual conquista de emancipar e libertar uma consciência coletiva que gere mudanças estruturais e simbólicas na nossa sociedade, em relação ao respeito à diferença de gênero.
Por isso, o Centro Socorro Abreu e a Rede Comunitária de Enfrentamento a Violência Contra a Mulher, torcem para que a Lei Maria da Penha seja uma lei transitória, na esperança de um futuro próximo a lei ser contada pela história da humanidade, como mais um avanço da luta das mulheres e uma grande evolução para a sociedade.
segunda-feira, 9 de agosto de 2010
Corte declara casamento gay constitucional na Cidade do México
O tribunal ratificou a constitucionalidade da norma por oito votos a favor e dois contra.
A lei, aprovada em dezembro do ano passado pelo Congresso da Cidade do México, e que entrou em vigor em março deste ano, havia sido questionada pelo governo federal por considerar que viola os direitos fundamentais das crianças que podem vir a ser adotados por estes casais.
O juiz Fernando Franco explicou que a decisão de rejeitar a demanda foi tomada após se considerar que "a procriação não é um elemento essencial do casamento".
Fonte: http://www1.folha.uol.com.br/mundo/778419-corte-declara-casamento-gay-constitucional-na-cidade-do-mexico.shtml










