"Quero fazer da minha existencia lesbica feminista a produção crítica de mim mesma e do mundo!"

(frase criada por várias lésbicas feminista do Brasil- Marylucia Mesquita, Luanna Marley, Kaká Kolinsk...)

quarta-feira, 4 de agosto de 2010

Companheiros/as de servidores LGBT do Governo do Estado com direitos aos serviços do Instituto de Saúde dos Servidores Públicos do Estado do Ceará

Na última terça-feira (03/08) o Governador Cid Gomes enviou a mensagem 7.212, aprovando o projeto de indicação do deputado Artur Bruno, que garante o acesso aos serviços do Instituto de Saúde dos Servidores Públicos de Estado do Ceará (ISSEC) aos cônjuges do mesmo sexo que moram juntos a mais de cinco anos.

Artur Bruno afirmou que os que têm orientação sexual diferente são cidadãos e têm direitos e deveres como os outros. “Entrei com o projeto de indicação para que companheiros e companheiras do mesmo sexo tivessem direito a previdência pública do Estado e fiquei muito feliz ao saber que meu projeto foi aprovado pelo governo”, disse. Segundo Bruno as pessoas podem ter direito de amar mesmo que sejam do mesmo sexo. “Não podemos deixar que cidadãos sejam discriminados pela orientação sexual”, concluiu.


Para maiores esclarecimentos segue abaixo a mensagem do Governo:



MENSAGEM nº 7.212

DE DE 2010

Senhor Presidente

Tenho a honra de submeter à elevada consideração dessa Augusta Assembleia Legislativa, por intermédio de Vossa Excelência, para fins de apreciação e pretendida aprovação, atendidos os dispositivos que disciplinam o processo legislativo, o incluso projeto de lei que dispõe sobre a inclusão na condição de dependentes para fins de assistência médica, hospitalar, odontológica e complementar de saúde.

A propositura destina-se a garantir o acesso aos serviços do Instituto de Saúde dos Servidores Públicos do Estado do Ceará – ISSEC, seguindo a tendência da legislação federal e tratando em igualdade de condições, conforme preceito constitucional, além de promover alteração na relação de dependências dos filhos menores de 21 (vinte e um) anos e de 24 (vinte e quatro), estes, desde que universitários.

Justificando a apresentação da proposta em pauta, ressalto a Vossa Excelência e a seus ilustres pares que essa medida expressa a firme diretriz do Governo Estadual de estabelecer política de igualdade e inclusão nos serviços ofertados pelo Estado.

Convicto de que os ilustres membros dessa Casa Legislativa haverão de conferir o necessário apoio a esta propositura, solicito a Vossa Excelência emprestar a valiosa colaboração no seu encaminhamento, de modo a colocá-la em tramitação sob regime de urgência, dado o seu relevante interesse.

PALÁCIO IRACEMA, DO GOVERNO DO ESTADO DO CEARÁ, em Fortaleza, aos de de 2010.

Cid Ferreira Gomes

GOVERNADOR DO ESTADO DO CEARÁ


Ao Excelentíssimo Senhor

Deputado Domingos Gomes Aguiar Filho

Presidente da Assembléia Legislativa do Estado do Ceará

PROJETO DE LEI

DÁ NOVA REDAÇÃO AO INCISO I DO ART. 4º DA LEI Nº 14.687, DE 30 DE ABRIL DE 2010, E DÁ OUTRAS PROVIDÊNCIAS.

A ASSEMBLEIA LEGISLATIVA DO ESTADO DO CEARÁ decreta:

Art. 1º O inciso I do Art. 4º da Lei nº 14.687, de 30 de abril de 2010, passa a vigorar com a seguinte redação:

“I – cônjuge, a companheira ou o companheiro, ainda que do mesmo sexo;” (NR)

Art. 2º O inciso II do Art. 4º da Lei nº 14.687, de 30 de abril de 2010, passa a vigorar com a seguinte redação:

“II - filho menor de 21 anos não emancipado, filho menor de 24 anos desde que universitário e o filho inválido, este desde que acometido de invalidez ocorrida até sua maioridade ou emancipação;” (NR)

Art. 3º Esta Lei entra em vigor na data de sua publicação.

Art. 4º Ficam revogadas as disposições em contrário.

PALÁCIO IRACEMA, DO GOVERNO DO ESTADO DO CEARÁ, em Fortaleza, aos de de 2010.

Cid Ferreira Gomes

GOVERNADOR DO ESTADO DO CEARÁ



Fonte: Assessoria de Juventude do Deputado Estadual Artur Bruno (PT)



Uma DICA DO LAMCE: Vamos todos/as acompanhar este Projeto Lei e outros que se encontram na Assembléia Legislativa, fazendo pressão social para que os direitos de lésbicas, gays, bissexuais, travestis e transexuais sejam não somente garantidos ,mas EFETIVADOS! Junte-se a nós nesta luta!

IBGE ... Se você for LGBT, diga que é!

No Censo Demográfico 2010, pela primeira vez o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) vai contar também casais homossexuais em todo o território nacional. Por isso, a ABGLT (Associação Brasileira de Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis e Transexuais) está promovendo uma campanha com o seguinte slogan: "IBGE ... Se você for LGBT, diga que é!"

A proposta do IBGE é levantar informações atualizadas sobre a sociedade brasileira nos últimos anos. “No passado nós só perguntávamos se eram cônjuges. Hoje nós abrimos para cônjuge do mesmo sexo e cônjuge de sexo diferente”, explica o presidente do IBGE, Eduardo Pereira Nunes.

Só serão contabilizados os casais homossexuais que declararem, no questionário de perguntas, que moram no mesmo domicílio em união estável. O coordenador técnico do censo do IBGE, Marco Antônio Alexandre, esclarece que o objetivo não é revelar o percentual homossexual da população brasileira, até porque nem todos vivem em união estável.

“Quando os(as) recenseadores(as) baterem em sua porta e você for “casado(a)” com uma pessoa do mesmo sexo, diga que é. É importante que nós ativistas e governo tenhamos dados concretos para construirmos políticas públicas”, disse Toni Reis, presidente da ABGLT.

Em 2007, a contagem realizada pelo IBGE em algumas cidades, identificou 17.560 pessoas que declararam ter companheiros do mesmo sexo. Desse total, 9.586 homens se declararam cônjuges de companheiros do mesmo sexo, o mesmo ocorrendo em relação a 7.974 mulheres.

Saiba mais acessando: http://www.abglt.org.br/port/ibge.php

Fonte: Agencia Patrícia Galvão em Sexta, 30 de Julho de 2010 18:06 - in http://www.agenciapatriciagalvao.org.br/index.php?option=com_content&view=article&id=580&catid=44

terça-feira, 3 de agosto de 2010

Casais de lésbicas e gays já podem incluir sua/seu companheira/o como dependente no Imposto de Renda

Relação estável homossexual já é válida para Receita

Casais gays tanto masculinos quanto femininos, como já ocorre com os heterossexuais, poderão incluir parceiros como dependentes na declaração para o fisco. O contribuinte também pode deduzir despesas médicas

03/08/2010 02:00
Fonte: Jornal O Povo - Brasil

Desde ontem, o contribuinte que tiver uma relação estável homossexual de mais de cinco anos poderá incluir como dependente o seu parceiro ou parceira na declaração do Imposto de Renda da Pessoa Física (IRPF). A Receita Federal informou que os contribuintes já podem fazer a retificação das declarações apresentadas a partir de 2006, terminando este ano.

O benefício tributário foi estendido aos homossexuais depois que a Procuradoria-Geral da Fazenda Nacional (PGFN) deu parecer favorável em resposta a consulta formal encaminhada ao Ministério do Planejamento por uma servidora pública que solicitou a inclusão da sua companheira como dependente para efeito da dedução do IRPF. O parecer foi aprovado pelo ministro da Fazenda, Guido Mantega, e agora terá de ser seguido por toda a administração federal. O extrato do parecer com a decisão do ministro será publicado hoje no Diário Oficial da União (DOU), em Brasília.

Segundo o coordenador-geral de Assuntos Tributários da PGFN, Ronaldo Affonso Baptista, para fins tributários o entendimento é de que não há diferença entre casais heterossexuais e homoafetivos: Segundo o supervisor nacional do Imposto de Renda da Receita, Joaquim Adir, o contribuinte homossexual, como já ocorre com os heterossexuais, terá de comprovar a união para o fisco. A comprovação é feita somente nos casos em que o contribuinte é chamado pela fiscalização. O valor da dedução do dependente é de R$ 1.808,28. O contribuinte também pode deduzir despesas médicas e de instrução.

O supervisor avaliou que a inclusão como dependente pode não ser vantajosa financeiramente quando ambos têm rendimentos. Nesses casos, a retificação tem de ser feita pelos dois contribuintes. (das agências de notícias)

terça-feira, 6 de julho de 2010

Duas mulheres tiveram a união reconhecida pela Justiça no Ceará.


Justiça reconhece união homossexual

Duas mulheres tiveram a união reconhecida pela Justiça no Ceará. Segundo advogado do caso, decisão é pioneira
Henrique Araújo - 02/07/2010 02:00
Atualizada às: 02/07/2010 00:08


Para a funcionária pública R., 49 anos, as duas folhas de papel ofício assinadas pelo juiz de direito Geraldo Bizerra de Sousa no último dia 29 de junho equivalem a uma cerimônia de casamento, com direito a véu, grinalda e buquê de flores. Entretanto, o documento é mais que isso. Segundo o advogado Felipe Rinaldi do Nascimento, a sentença, cujo processo esteve a seu encargo, pode ser a primeira, no Ceará, a reconhecer, no âmbito da Justiça Comum, a união entre duas pessoas do mesmo sexo. No caso, R. e sua companheira, uma técnica em enfermagem 17 anos mais jovem.

Rinaldi explica que o reconhecimento de uniões homoafetivas já é uma realidade no direito brasileiro. O que torna a história de R. especial é o seu ineditismo. “O Judiciário no Brasil afora já vem se manifestando favoravelmente (à união). Na Justiça Comum, acho que somos o primeiro o caso (no Ceará)”. O advogado, que já atuou em processos semelhantes, aplaude o avanço. “A decisão abre um precedente para que outras pessoas busquem reconhecimento das suas uniões homoafetivas nas varas de família. É importante que elas tenham os seus direitos garantidos: alimentícios, sucessórios, previdenciários etc.” Na prática, R. pode, por exemplo, estender o benefício do plano de saúde a que tem direito à sua companheira. Em caso de separação, os bens das duas serão divididos igualmente. Retroativa, a medida vale para tudo que foi adquirido desde março de 2003, mês em que passaram a ter uma relação estável. R., porém, afasta qualquer ideia relacionada ao fim do idílio amoroso. Agora, elas querem celebrar a novidade.

E já começaram. O fim de tarde da terça-feira, 29, foi um rebuliço. Do outro lado do telefone, o advogado anunciava: R. podia comemorar. “Ainda bem que já estava sentada na cama”, brinca. “Foi como selar um sentimento, realizar um sonho.” Na mesma terça, as duas saíram pra jantar. “E aí, depois, depois, né?!”

E-MAIS

De acordo com o advogado Felipe Rinaldi do Nascimento, R. e sua companheira já haviam feito um contrato de parceria ou escritura pública, lavrado em cartório. Entretanto, quando R. tentou estender o benefício do plano de saúde à parceira, a empresa responsável exigiu que a união fosse comprovada judicialmente e não apenas por meio do documento apresentado.

Então, o advogado ingressou com processo na 8ª Vara de família. “O objetivo era reconhecer a união estável entre as duas”, disse Rinaldi.

A sentença que reconhece a união homoafetiva foi assinada, mas ainda precisa ser publicada. Segundo o advogado, a publicação não tem prazo definido.

Ainda de acordo com Rinaldi, a decisão do juiz foi baseada nos princípios constitucionais da dignidade humana e da igualdade e refletem um novo quadro jurídico no País. Hoje, “o juiz não pode deixar de apreciar alegando obscuridade jurídica”, informa. A sentença confirma a tese. Nela, lê-se que “mesmo inexistindo no direito positivo pátrio a previsão de reconhecimento de união entre pessoas do mesmo sexo, não pode o juiz eximir-se da apreciação de casos nesse sentido proposto”.

R. conheceu a parceira em 2001. Dois anos depois, tomaram a decisão de viver juntas. Ainda sem acreditar na decisão judicial, R. manda o recado: “Queria dizer para as pessoas que é muito bom ir atrás desse direito. Tem que acabar com esse tabu. O amor é mais importante.”

sexta-feira, 25 de junho de 2010

Programação Resumida XI Parada pela Diversidade Sexual do Ceará

Mulheres, como sabem, domingo agora, dia 27 é a XI Parada pela Diver Sexual do Ceará.
Esse ano, as mulheres lésbicas e bissexuais que se organizaram, entre elas, nós do LAMCE, pensaram em uma forma de tornar a parada um pouco mais política (para além do arco-iris) e de sermos mais visibilizadas.
Por isso, a cerca de dois meses estamos intensamente envolvidas em um processo de confecção de tambores e aulas de percussão para levarmos uma bela batuca feminista para a XI Parada. Demos o nome de Tambores de Safo a nossa batucada e Domingo estaremos abrindo a Parada com concentração a partir das 14hrs em frente ao trio oficial.
Várias coisas estão acontecendo em Fortaleza por causa desta Data.. segue abaixo algumas coisas que nós lésbicas e bissexuais estaremos presentes...
É super importante para nós e que todas estejam conosco, principalmente no dia da parada!

Sexta-feira 25 de junho (hoje)- 14horas na Praça do Ferreira: Feira Mix e Exposição LGBT - Vamos estar lá expondo alguns materiais e vendendo a camiseta Tambores de Safo além de outras coisas...
- 18hrs na Praça do Ferreira: Ensaio aberto da Batucada Feminista Tambores de Safo

Sábado 26 de junho- 9hrs na Praça do Ferreira: Continuação da Feira Mix
- 18hrs Abertura do Show da Pré Parada na Praça do Ferreira: Os Tambores de Safo vão abrir o Show, na nossa primeira apresentação Oficial. Após a nossa apresentação vai haver um show conjunto da Luanna Marley, da Lila e do Jon (o repertório está mantindo a sete chaves, mas tem tudo pra ser o melhor show da parada!) e entre outras atrações locais o Show da Cantora Diana ("Como uma Deusa você me mantêm, rs) e da Cantora Kátia Freitas.

Domingo 27 de junho- 13hrs Concentração da Parada (Vamos estar em frente ao trio oficial, que é o primeiro trio da Avenida Beira-mar{mais próximo do nautico}, com DJ, a partir das 14hrs distribuindo Adesivos TAmbores de Safo, organizando as bandeiras, faixas e standarts).
-15hrs Abertura Oficial da Parada, inicio do Trajeto dos Trios. (Nessa hora é a hora da militancia e vamos fazer uma fala de cima do trio oficial. lá de cima iniciaremos a Batucada. vai ser arraso!)
-22hrs Encerramento da Parada Contamos com a presença de todas!!

TAmbores de Safo: Contra o Patriarcado e a Invisibilidade!

terça-feira, 15 de junho de 2010

Tambores de Sapho

Começou assim... “Bó bater tambor nessa Parada?” E assim foi. Conhecemos uma professora sapa e aí veio a outra idéia... Porque a gente não faz os tambores? E assim foi. Fizemos um projeto, apresentamos pra prefeitura e conseguimos. nós apostamos. Compramos os materiais, fizemos uma arte gráfica e começamos a divulgação. A galera gostou. Não deu tanta gente como a gente esperava, mas eles estão (quase) prontos... e são lindos! Muito lindos! Muito lésbicos! Muito feministas! Muito revolucionários! SAPHICOS E se chamam TAMBORES DE SAPHO. Sapho, aquela... Mulher, lésbica, intelectual, poetisa grega, que vivia na ilha de Lesbos (de onde vem o nome lésbica) e ensinava entre outras coisas o amor, o amor que era além do padrão... o amor entre mulheres, entre duas ou três mulheres.. o amor coletivo. Simples assim... O amor. Muitas se envolveram na idéia (nem tantas quanto à gente esperava), mas todas que lá estiveram e estão realmente se envolveram, se dedicaram, se doaram. A gente se mudou pra Casa Feminista, fizemos de lá nossa morada, nossa namorada e se enamoramos por cada etapa, cada pedacinho de madeira envergado, cada cantinho lixado, cada pincelada , cada alfaia, cada caixa, cada repique, cada agogô. E vamos arrasar. Na XI Parada, na XII, na XIII, no 8 de março, na próxima marcha pra Brasília e no II Encontro da AMB e em todos os atos e manifestações e beijaços e zorras que a gente queira se meter e já esteja metida. Queremos fazer barulho, ampliar a nossa voz a cada batida, a cada toque insano desses lindos tambores saphicos. Agregar, unir diferentes em uma só voz, ecoar feminismos no meio da multidão careta e covarde, machista, racista e conservadora. Nós somos TAMBORES DE SAPHO. E você mulher, revolucionária está convidada a se agregar, unir seu tambor ou sua batida e fazer junto muito barulho!
Agenda: Sexta-feira dia 18/6 –17h Ensaio aberto na praça da Gentilândia Sexta-feira dia 25/6 – 17h Ensaio aberto na Praça do Ferreira Sábado dia 26/6 – Apresentação na abertura do Show da Diversidade na Praça do Ferreira Domingo dia 27/6 – 14hrs – Concentração de Lésbicas e mulheres bissexuais em frente ao 1º trio na XI Parada pela Diversidade Sexual do Ceará.












segunda-feira, 31 de maio de 2010

Estivemos no VII SENALE - Seminário Nacional de Lésbicas

De 7 a 11 de maio de 2010, aconteceu em Rondônia, Porto Velho, a Sétima edição do SENALE – Seminário Nacional de Lésbicas e nós militantes do LAMCE estávamos lá, não só assistindo, mas participando ativamente da organização e de todas as discussões.
O Senale é o principal encontro de lésbicas e mulheres Bissexuais do Brasil e lá são deliberadas ações conjuntas para nós enquanto movimento organizado executarmos, principais bandeiras políticas e as pautas que vamos dar maior ênfase nos dois próximos anos.
Acompanhe a Carta de Porto Velho, documento que escrevemos por lá, também algumas fotos e vídeo sobre esse maravilhoso encontro.
CARTA PORTO VELHO
Marcada pela histórica estrada de ferro Madeira – Mamoré, à beira das caudalosas águas do Rio Madeira, os ventos levam folclóricas lendas indígenas como as da Iara, do Boto e do Mapinguari. A poderosa natureza vibra diante das Três Marias, o caldeirão cultural efervesce entre os bairros Esperança da Comunidade e Socialista, pois soam os gritos e as rebeldias de mulheres lésbicas e bissexuais das cinco macrorregiões do Brasil, e assim, diante do sentimento de “Unificação, Fortalecimento e Visibilidade”, realizamos, em Porto Velho – a cidade da Amazônia Ocidental – entre os dias 07 e 11 de maio de 2010, o VII Seminário Nacional de Lésbicas e Mulheres Bissexuais (SENALE).
Há mais de 30 anos nós lésbicas e mulheres bissexuais nos organizamos para a construção de um projeto político coletivo que visibilize nossas reivindicações. Construímos 07 seminários nacionais (SENALE), o primeiro no ano de 1996, na cidade do Rio de Janeiro, sempre na lógica do fortalecimento interno e do crescimento da solidariedade entre ativistas políticas que compõem hoje o movimento de lésbicas e mulheres bissexuais brasileiras, pautadas pelos princípios da ética, da responsabilidade, do respeito, da solidariedade, da horizontalidade, da circularidade, da transparência, do combate ao racismo e todas as formas de opressão, da inclusão e da generosidade elencadas no pacto lésbico feminista, referendadas neste encontro de 2010.
Apesar dos avanços em nossa organização através dos movimentos de caráter nacional, estadual e local, e da forma como atuamos pautando as demandas específicas em conferências, conselhos e grupos de trabalho técnicos constituídos pelos governos, ainda vivemos em uma situação de lesbofobia estatal e institucional, não sendo reconhecidas como sujeitas de direitos e consequentemente, invisibilizadas nas políticas públicas e pelo sistema político.
As transformações ocorridas no mundo, nos planos econômico, social, cultural, político e tecnológico têm acentuado um processo crescente de globalização cuja matriz neoliberal potencializa opressões, contradições e desigualdades sociais.
Os fundamentalismos religiosos, econômicos, políticos e sociais historicamente enraizados em suas múltiplas faces na sociedade, têm contribuído significativamente para a dominação, subordinação e mercantilização do corpo das mulheres, para a não pluralidade, para a criminalização dos movimentos sociais, para o esvaziamento das identidades políticas, naturalizando um processo hegemônico de preconceitos, violências e de opressão.
Acreditamos na necessidade de um projeto político de lésbicas feministas baseado verdadeiramente na autonomia, na liberdade, na autodeterminação e em uma construção coletiva e horizontal, rompendo com as práticas machistas, patriarcais, misóginas, classistas, racistas e, principalmente, lesbofóbicas, homofóbicas e transfóbicas. Consideramos como necessária a desconstrução da heterossexualidade obrigatória e o fim de todas as formas de opressão e violência praticada contra lésbicas, gays, bissexuais, travestis e transexuais.
Ademais, identificamos no próprio movimento LGBT (lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis e Transexuais) práticas que reproduzem e reforçam o engessamento do processo político no movimento, conforme ocorrido na I Conferência Nacional LGBT, onde travestis, transexuais, mulheres bissexuais e lésbicas perderam espaço e representatividade pela utilização do pseudo discurso de defesa da paridade de gênero, retrocedendo nos avanços contra-hegemônicos da construção das identidades políticas como instrumento de visibilidade e democracia participativa.
As fortes reações da Igreja Católica, igrejas protestantes evangélicas e de outros setores conservadores da sociedade brasileira à ampliação do acesso de lésbicas, gays, bissexuais, travestis e transexuais, como o a união civil com igualdade de direitos e a adoção por casais do mesmo sexo, previstas no III Programa Nacional de Direitos Humanos (PNDH3), indicam a nítida intolerância e descumprimento de um preceito básico da Constituição Brasileira de 1988, no seu artigo 5º, quando diz que “todos são iguais perante a lei, sem distinção de qualquer natureza”. Apoiamos a manutenção do texto integral do PNDH3 (Decreto nº 7.037 de 2009), conforme publicado em 21/12/2009.
Denunciamos a interferência da Igreja Católica nos assuntos políticos do Estado Brasileiro, laico por princípio, em assuntos que devem ser tratados sob a luz da democracia secular, e não sob a sombra dos fundamentalismos religiosos. É o caso da revisão da legislação punitiva sobre o aborto, recomendação da Plataforma de Ação da Conferência de Beijing, da qual o Brasil é signatário sem reservas, e ponto atacado pelas igrejas no PNDH3. Exigimos que o governo brasileiro cumpra os compromissos com acesso universal aos direitos humanos, tanto os firmados internamente quanto aqueles assumidos perante a comunidade internacional.
No Brasil, a Lei Maria da Penha se tornou um marco legal para os direitos de lésbicas e mulheres bissexuais, tornando-se uma referência legitima enquanto marco político. Porém, expressamos nossa preocupação quanto ao sucateamento da lei e a ausência de políticas públicas que considerem a violência doméstica e familiar entre e contra lésbicas e mulheres bissexuais, reforçadas pelo projeto hegemônico de sociedade.
O PLC 122/06 se tornou ponto principal dos debates públicos pela conquista da cidadania plena LGBT e com isso, propiciou que a sociedade brasileira entrasse para as discussões ditas polêmicas, instrumentalizadas pelas religiões conservadoras e fundamentalistas, como alguns setores das igrejas evangélica e católica.
Esse contexto reflete nas casas legislativas, como o Congresso Nacional, onde diversos projetos que visam a garantia da cidadania LGBT estão em tramitação, porém inertes à vontade religiosa dos políticos desse país, que fere profundamente a laicidade do Estado prevista na Constituição Federal.
Isso nos faz questionar qual modelo de Estado estamos construindo. O que demonstra a fragilidade da garantia do Estado Laico brasileiro e consequentemente, a omissão dos poderes judiciário, legislativo e executivo no processo de interferência das religiões na construção de políticas públicas que efetivem a cidadania LGBT.
Apesar da Constituição Federal, em seu artigo 5°, garantir direito igualitário a todas as pessoas, da Lei 70.434 de 20 de novembro de 1985, que inclui entre as contravenções penais as práticas de atos racistas e da lei 10.639/2003 que torna obrigatória o ensino das histórias da África e afrobrasileira, o racismo institucional e estrutural permeia as nossas relações cotidianas causando tripla discriminação às lésbicas e mulheres bissexuais negras, e nesse sentido é de suma importância trabalhar o enfrentamento do racismo, lesbofobia e da misoginia se constituindo como pautas obrigatórias em todas as agendas políticas.
As violações dos direitos humanos de lésbicas, gays, bissexuais, travestis e transexuais são alarmantes. A criminalização da homossexualidade ocorre em 75 países do mundo. No continente americano, 11 países localizados na América Central e no Caribe, penalizam a homossexualidade com reclusão de 10 anos ou mais, como é o caso do Belize, da Dominica, de Barbados, da Guiana, entre outros.
As discussões acerca da penalização da homossexualidade em Uganda, as recentes torturas ocorridas contra as lésbicas na Argentina, os estupros coletivos e corretivos nos países islâmicos e outros países do mundo, são reflexos da imposição da heterossexualidade.
A atuação e consequente influência do Brasil na pauta dos direitos humanos mundial são inegáveis, por isso reforçamos e exigimos do governo brasileiro, como liderança reconhecida internacionalmente, um posicionamento político contra qualquer tipo de violação aos direitos humanos, principalmente afirmando a sua indignação com as violências cometidas contra a população LGBT.
Recomendamos ao Estado brasileiro que se comprometa formalmente com a adoção e implementação dos Princípios de Yogyakarta sobre a Aplicação da Legislação Internacional de Direitos Humanos em relação à Orientação Sexual e Identidade de Gênero, em todas as suas esferas, como mais uma forma de garantia e promoção dos direitos humanos de LGBTs.
Por isso, reafirmamos a importância da garantia dos direitos sexuais e reprodutivos, da luta antirracista, anticapitalista, antissexista, da autonomia das mulheres e seus corpos, da legalização do aborto, da adoção e da união civil entre pessoas do mesmo sexo, do direito à memória e à verdade, direitos reconhecidos e manifestados nas diretrizes do PNDH3, além do respeito à autonomia e responsabilidade de crianças e adolescentes no desenvolvimento e exercício de sua sexualidade.
Somos negras, brancas, idosas, jovens, pobres, ricas, adolescentes, com deficiência, vivendo com HIV/Aids, ciganas, indígenas, mulheres comuns, anônimas, famosas, religiosas ou não, trabalhadoras, pesquisadoras, desempregadas, mães, filhas, avós, obesas ou magras, somos mulheres que estão e vivenciam os campos e as cidades. E situadas nessa diversidade de identidades, mundos e olhares acreditamos e lutamos por uma sociedade livre de preconceitos, discriminações e com justiça social.








E algumas fotos de Marian Pessah





sexta-feira, 28 de maio de 2010

Show Actitud María Marta no I Festival das Juventudes de Fortaleza






De 3 a 6 de junho acontece na Praia do Cofeco em Fortaleza o I Festival da Juventude em Fortaleza - América Latina e as Lutas Juvenis. O Evento, que tem por objetivo promover intercambio cultural e político entre os jovens espera a participação de cerca de 3 mil jovens de Fortaleza e toda América Latina.



Entre os diversos encontros, fóruns, atividades auto gestionadas e debates que aconteceram dentro da programação do Festival, há uma gama de atividades culturais e apresentações musicais.



Já estão confirmadas a presença de diversas Bandas como Mutantes, Teatro Mágico, Zeca Baleiro, Luiz Melogia,Tribo de Jah e a Banda Argentina Actitud María Marta.






Actitud Maria Marta é “Uma banda de meninas sem papas na língua”.participa de um coletivo chamado Hip Hop Revolución, que trabalha com diversos grupos e artistas do hip hop latino-americano que mantém o caráter de protesto desse movimento musical.
Vale muito apena conferir!


Maiores informações sobre o festival: http://festivaldasjuventudes.blogspot.com/

quinta-feira, 27 de maio de 2010

Batucda Feminista na XI Parada - Programação Preparatória

Moças, estamos nos preparando para a XI Parada Pela Diversidade Sexual do Ceará, e esse ano queremos dar um show de visibilidade política para as lésbicas e mulheres bissexuais, por isso conjuntamente pensamos em além de ter uma boa visibilidade visual, nos prepararmos antecipadamente para uma bela BATUCADA FEMINISTA na nossa manifestação na Parada.
Para que a Batucada aconteça do jeito que planejamos, contamos com que todas levem seus tambores e instrumentos de percussão, mas além disso, conseguimos recursos para fabricar cerca de 30 instrumentos! Esses instrumentos vão ser fabricados por nós mesmas em oficinas que já começaram e vão até dia 13 de junho. Todas estão convidadas a participar desses momentos e quem sabe até aprender uma nova profissão, não é mesmo? Nessas oficinas além de confeccionar os tambores, vamos ter umas aulinhas de ritmo, onde vamos ensaiar um repertório de palavras de ordem e músicas políticas para a nossa manifestação na parada. A idéia é a gente já ir se preparando pra em agosto estarmos movimentadas para a I Caminhada Lésbica de Fortaleza. Você acredita nessa idéia?
Depois vamos realizar ensaios abertos na Praça da Gentilandia, com o objetivo de reunir o maior número de mulheres com seus tambores, latas, panelas etc.. para estarmos "afiadas" para a nossa manifestação na XI Parada.
E aí dia 27 DE JUNHO todas, todas as mulheres se concentrem na frente do primeiro trio para darmos inicio a nossa manifestação!
Ajudem a divulgar essa idéia!

terça-feira, 25 de maio de 2010

Sobre a I Marcha LGBT para Brasília











Às vésperas da 1ª Marcha Nacional LGBT, revista Veja publica reportagem para desqualificar militância


http://www.mundomais.com.br/exibemateria2.php?idmateria=1379
Domingo, 09 de Maio de 2010 REVISTA VEJA Veja essa!

Às vésperas da 1ª Marcha Nacional LGBT, revista Veja publica reportagem para desqualificar militância por Valmir Costa

Capa da Revista Veja de 12 de maio de 2010 SÃO PAULO – “Sem bandeiras nem passeatas”. Esta é uma das retrancas da reportagem de capa da revista Veja, que chega às bancas na próxima quarta-feira, 12, de todo o Brasil. Em São Paulo, ela já ocupa as bancas neste final de semana com a chamada “Ser Jovem e Gay: a vida sem dramas”. A reportagem mostra os conflitos de jovens que – na flor da idade – já resolveram a questão da homossexualidade, e vivem em harmonia dentro de casa.No entanto, a reportagem mostra um valor liberal da cidadania, na qual cada um age de forma individualista – neste caso na homossexualidade – e, assim, modifica (sem movimentos sociais organizados) a sociedade.“A cidadania liberal é a justificação da existência do estado não se encontra primariamente na proteção de direitos subjetivos privados iguais, mas sim na garantia de um processo inclusivo de formação da opinião e da vontade, em que cidadãos livres e iguais se entendem sobre os fins e as normas que correspondam ao interesse comum de todos. Com isso, exige-se do cidadão republicano mais do que a orientação segundo os seus respectivos interesses privados”, define o sociólogo e filósofo alemão Jürgen Habermas, 81.Este tipo de cobertura jornalística da revista Veja, que se mostra extremamente conservadora e liberal, aparece bem às vésperas da realização da 1ª Marcha Nacional LGBT, que acontece em Brasília entre os dias 17 e 19 deste mês, culminando com o 1º Grito Nacional pela Cidadania LGBT e Contra a Homofobia, marcado para às 9h do dia 19, na Esplanada dos Ministérios.Nas entrelinhas, a revista Veja tenta desmobilizar e desmerecer a mobilização social da Marcha LGBT – na qual a militância de todos os estados e não-militantes rumam a Brasília para pressionar o Congresso Nacional e o Senado para a aprovação de leis que deem garantias aos homossexuais brasileiros – como a união civil (que está no Congresso desde 1995) e a aprovação da PLC-122/06 (que pune a homofobia no país). Tudo isso da forma mais perversa e sorrateira como age a direita conservadora brasileira. Este pensamento está no seguinte trecho apresentado pela reportagem:“Os jovens que aparecem nas páginas desta reportagem, que em nenhum instante cogitaram esconder o nome ou o rosto, são o retrato de uma geração para a qual não faz mais sentido enfurnar-se em boates GLS (sigla para gays, lésbicas e simpatizantes) - muito menos juntar-se a organizações de defesa de uma causa que, na realidade, não veem mais como sua”.
Personagens da reportagem da Veja Tendenciosa de direita – Neste sentido, a Veja tenta desqualificar o movimento LGBT brasileiro como se os homossexuais tivessem direitos civis resguardados pelo Estado. Logo, mostra a postura tendenciosa da publicação. Como lobo em pele de cordeiro, a Veja expõe a classe média ou alta brasileira na reportagem. E esta é a principal característica da chamada "cidadania liberal", pois ela considera o cidadão como consumidor e não como portador de direitos. Perversamente, a Veja esconde as chagas reais nas quais vivem os homossexuais desse Brasil tupiniquim. Esconde que um LGBT é assassinado a cada dois dias, como relata o Grupo Gay da Bahia (GGB), anualmente, no Relatório Anual da Homofobia no Brasil.A reportagem também expõe a despolitização das paradas gays no país. “Na última parada gay de São Paulo, a maior do mundo, a esmagadora maioria dos participantes até 18 anos diz estar ali apenas para "se divertir e paquerar" (na faixa dos 30 o objetivo número 1 é "militar"). A questão central é que eles simplesmente deixaram de se entender como um grupo”, diz a reportagem.É fato que as paradas tiveram a função política de colocar os LGBT nas ruas. Tanto é que nas primeiras manifestações em São Paulo, os gatos pingados tinham a possibilidade de estarem ali resguardados por máscaras, que eram distribuídas ao longo da passeata àqueles que não poderiam mostrar o rosto. E é exatamente este tipo de homossexual – o que se esconde da realidade dos homossexuais e não se preocupa com a coletividade dos direitos LGBT – que a Veja mostra."Nunca fiz o tipo masculino nem quis chocar ninguém com cenas de homossexualidade. Basta que esteja em paz e feliz com a minha opção", diz a lésbica e estudante paulista Harumi Nakasone, 20, à revista. A cilada tendenciosa da Veja continua quando cita “pesquisas científicas” de forma infame, sem argumentos científicos e sem pesquisas atuais. Segundo a publicação, “uma comparação entre duas pesquisas nacionais, distantes quase duas décadas no tempo, dá uma ideia do avanço quanto à aceitação dos homossexuais no país. Em 1993, uma aferição do Ibope cravou um número assustador: quase 60% dos brasileiros assumiam, sem rodeios, rejeitar os gays. Hoje, o mesmo porcentual declara achar a homossexualidade "natural", segundo um novo levantamento com 1.500 adolescentes de onze regiões metropolitanas, encabeçado pelo instituto TNS Research International”No entanto, a Veja não considera a pesquisa da Fundação Perseu Abramo. Realizada no ano passado, ela apontou que 92% dos brasileiros têm preconceito com LGBT. Enfim, a revista cita a pesquisa de 1993 e não cita nenhuma pesquisa realizada na atualidade para respaldar seus argumentos.Comparação aberrante – Para mostrar que os LGBT do Brasil não precisam de mobilização social, a revista cita países europeus, que têm salvaguarda do Estado em relação aos homossexuais, e com Índice de Desenvolvimento Humando (IDH) elevado. “Foi o que já ocorreu em países de alto IDH, como Holanda, Bélgica e Dinamarca. Lá, isso se refletiu em avanços na legislação: casamentos gays e adoção de crianças por parte desses casais são aceitos há anos. No Brasil, onde não há leis nacionais como essas, a apreciação fica sujeita a cada tribunal”, diz a Veja no seu processo de articulação de direita para mostrar que os homossexuais brasileiros vivem numa boa.Para piorar a situação, a Veja diz que o Brasil já sabe se posicionar e criticar a homofobia. Para isso, cita os militares Laci Marinho Araújo e Fernando Machado, que são perseguidos pelo Exército por sua homossexualidade. No mesmo parágrafo, para provar essa “tolerância brasileira”, cita as críticas feitas à homofobia ao BBB Marcelo Dourado. Só não diz que os militares gays até hoje ralam para terem seus direitos adquiridos e que a homofobia de Marcelo Dourado foi premiada com R$ 1,5 milhão.Ao longo da reportagem, a Veja mostra personalidades que assumiram a homossexualidade, como o cantor Ricky Martin e o jogador de rúgbi galês Gareth Thomas. Em síntese, à primeira vista, a revista mostra uma boa reportagem para e sobre os homossexuais. Porém, da forma que conduz a reportagem – e no momento na qual ele é divulgada – só desmerece o movimento LGBT brasileiro. É uma forma de “cala a boca”, que está tudo certo, tudo funciona e ninguém precisa de gritaria militante para pedir direitos. Diga-se de passagem, direitos homossexuais que a Veja sequer deu destaque na sua capa! Veja bem, mas veja com outros olhos!

terça-feira, 18 de maio de 2010

Participação das mulheres na XI Parada da Diversidade Sexual do Ceará


"...A política é coisa de mulher!
...O batuque é coisa de mulher!"


O grupo LAMCE em parceria com ativistas lésbicas e mulheres bissexuais independentes estará, a partir do dia 22 de maio construindo a participação das mulheres na XI PARADA DA DIVERSIDADE SEXUAL.

Assim, será realizado o curso Batuques Políticos "Coisa de Mulher". O curso visa a construção de tambores, o aprendizado de ritmos e ensaios para todas juntas participarmos da Ala das Lésbicas e Mulheres Bissexuais durante a Parada.

O curso será dividido em 3 fases:
1ª Aprendendo a construir tambores
2ª Aprendendo os ritmos
3ª Ensaios

CONVOCAMOS todas as mulheres sejam elas lésbicas, bissexuais ou heterossexuais para participarem do curso.

Quando começa? Dia 22 de maio
Que horas? às 13h
Onde? na Casa Feminista Nazaré Flor (Av. Imperador 1443- em frente ao Colégio São Rafael)


VAMOS JUNTAS ATRAVÉS DA CULTURA E DA POLÍTICA CONTRUIR AÇÕES TRANSFORMADORAS!

Obs.: Vagas Limitadas!

Maiores informações:
8690.6467 (Luanna)
8881.1541 (Lídia)
8505.1618 (Alessandra)


Apoio Cultural: Prefeitura de Fortaleza (Secretaria de Direitos Huamnos-Coordenadoria da Diversidade Sexual)

segunda-feira, 3 de maio de 2010

Porto Velho sedia o VII SENALE – Seminário Nacional de Lésbicas e mulheres Bissexuais nos próximos dias 07 a 11 de maio




Porto Velho sedia o VII SENALE – Seminário Nacional de Lésbicas e mulheres Bissexuais. Nos próximos dias 07 a 11 de maio, em Porto Velho acontecerá o VII SENALE, este evento de âmbito Nacional, tem por finalidade reunir e capacitar lideranças de todo o território nacional além de promover o debate sobre as especificidades desta parcela da população brasileira, entre os temas estão: combate a violência, racismo e machismo, além de educação, saúde e cultura. Esses debates visam contribuir na construção de políticas públicas para esta população.Mulheres lésbicas e bissexuais reuniram-se pela primeira vez em 1996, na cidade do Rio de Janeiro, onde se estabeleceu o 29 de agosto como dia nacional da visibilidade lésbica, depois em 1997, na cidade de Salvador\BA; em 1998 – Betim\ Minas Gerais; em 2001 – Aquiráz\CE;em 2003 – São Paulo; 2006 – Recife\PE.Agora inusitadamente, em Porto Velho\RO. O que se pode considerar uma característica deste Estado, em se tratando de região norte, em 1996 realizou-se nesta capital o 1º encontro de lésbicas e mulheres bissexuais da região norte, que contou com a participação de representantes dos sete Estados da região norte, em 2008, houve a execução do Projeto SOMO-LÉS\Norte, que promoveu a capacitação de lésbicas e mulheres bissexuais em Advocacy, Organização institucional e interação com o movimento nacional, e em 2009 houve o Encontro Estadual de lésbica e mulheres bissexuais de Rondônia, além de duas caminhadas de mulheres que amam mulheres.O VII SENALE tem como temário “unificação, Fortalecimento e visibilidade”, é uma realização da Universidade Federal de Rondônia e conta com o apóio da Secretaria Estadual de Ação Social do Estado de Rondônia; Fundação Cultural Iaripuna; Ministério da Saúde, Secretaria Especial de promoção da igualdade racial e outros partícipes. Com o financiamento da Secretaria de Direitos Humanos da presidência da República e da Secretaria Especial de Políticas para Mulheres e a execução do Centro de Estudos e pesquisas Jurídicas da Amazônia – CEJAM e a Comissão Porto Diversidade.Este temário vem da necessidade de visibilizar esta população, que no real, é negado o seu reconhecimento como cidadã, em todos os âmbitos no que se refere à gestão pública, seja na saúde, na educação, justiça, enfim não há uma preocupação com esta população brasileira, eventos assim aproximam e fortalecem, movimentos transformadores que buscam uma sociedade mais justa, sem machismo, sem racismo, sem lesbofobia e mais igualitária. O cotidiano e a educação preconceituosa e racista predominante em nossa sociedade constroem estigmas cruéis e condicionantes. O estigma se constitui como uma das mais significativas formas de violação dos direitos humanos das mulheres no Brasil. Para a população de lésbicas e mulheres bissexuais, o estigma tem se tornado um vilão, que não só invisibiliza essas mulheres, mas que principalmente, é uma das principais causas de violência. Segundo dados da Anistia Internacional (2006), lésbicas e mulheres bissexuais são as que mais sofrem violência no mundo, pois associa gênero com orientação sexual. E com base no acima exposto a partir desta sexta feira o Brasil estará reunido em Porto Velho e discutindo Políticas Públicas e dando visibilidade a lésbicas e mulheres bissexuais, mais uma vez, esta capital e este Estado prova pra o resto do País que é sensibilizado e busca a implantação da política de direitos humanos, para juntos construirmos a sociedade rondoniense sem estigmas, sem opressões, com liberdade valorizando a democracia e estabelecendo a cidadania de todos e de todas.




Maiores informações: http://senale.wordpress.com/

quinta-feira, 29 de abril de 2010

Viva o Centro - de bike!

“Viva o Centro!” de bicicleta – Domingueira do TJA

Passeios todo último domingo do mês (fevereiro a dezembro de 2010) guiados por Paulo Probo. Circulação por espaços que contam parte da história de Fortaleza e do Ceará, com paradas em jardins públicos, praças, igrejas e equipamentos e instituições culturais. A cada domingo, um novo percurso.

O Centro é a região de Fortaleza que concentra o maior número de endereços artístico-culturais. São mais de 30 entre bibliotecas, teatros, espaços expositivos, centros culturais etc.

• Dia 30 de maio (domingo)
•Guia responsável: Paulo Probo (85)8739-2721) epauloprobo@yahoo.com.br
• Concentração na Calçada do TJA, às 15h
Saída 16h Duração prevista 2h
• Serviço de aluguel de bicicleta a partir das 13h30 na calçada no TJA - Valor: r$10,00.

==== Reserva e informações: pauloprobo@yahoo.com.br (nome completo, RG + endereço residencial)
Na retirada da bicicleta: deixa um documento de identificação (devolvido na entrega da bicicleta).
• Percursos Diferentes a cada passeio com encontro e dispersão na calçada do TJA.
• Menores de 16 anos: só acompanhados dos pais ou responsáveis

Mote do Passeio Ciclístico do dia 30 de Maio:

"O livro das horas da Praça do Ferreira", de Jarbas Oliveira (fotos) e José Mapurunga (texto), além da apresentação dos autores, terá venda (r$35,00/unidade) e projeção das imagens da publicação, no jardim do TJA, por volta das 18h.

Já o percurso do passeio ciclístico terá roteiro por praças e igrejas do Centro histórico de Fortaleza: Praça José de Alencar e Igreja do Patocínio, Praça e Igreja do Carmo, Praça dos Leões e Igreja do Rosário, Praça e Igreja do Coração de Jesus e as igrejas sem praça como a Catedral e a Igreja de São Bernardo. Para além dos templos católicos, igrejas protestantes e casas espíritas na região central da cidade.

Curso Gratuíto a Distância: Produção Intelectual de Mulheres Negras

Uma história pode ser contada por meio de diversas versões. Na versão “oficial” da história do Brasil a trajetória das mulheres negras é pouco evidenciada, contudo, este curso apresentará uma cronologia de alguns períodos da história política brasileira com enfoque na trajetória das mulheres negras. O curso acontecerá na plataforma de educação à distância Moodle e contará com recursos interativos de vídeos, chat e fóruns de debates que permitem a troca de conhecimento e um rico diálogo sobre a realidade da mulher negra e a sua produção intelectual. O curso está dividido em oito módulos, sendo que os sete primeiros farão referência a um período histórico brasileiro e o oitavo será uma web-conferência. Em cada módulo haverá textos e atividades que deverão ser realizadas no prazo de até quatro dias. Os textos serão descritivos e informativos. Cada turma contará com no máximo 60 participantes e será acompanhada por uma tutora (ou tutor).

Nível 1 Trajetória das mulheres negras na história do Brasil Conteúdo programático
Módulo I Contando o conto sem retirar um ponto: a mulher africana e a colonização brasileira
Módulo II Independência sem morte? A mulher negra e a luta pela liberdade no Brasil Imperial
Módulo III Áurea das Yayás: a mulher negra no pós-abolição
Módulo IV Talhando o leite sem queimar o café: a mulher negra e a identidade nacional
Módulo V Engrossando o caldo: movimentos de mulheres negras no pós-ditadura militar
Módulo VI Existir para resistir: rumos apontados pelo feminismo negro
Módulo VII Orgulho para ancestralidade: panorama contemporâneo das mulheres negras
Módulo VIII Web-conferência com Dra. Sueli CarneiroTema: História de resistência: construção de novos caminhos estratégicos para avanços práticos


Inscreva-se já, as vagas são limitadas e o curso é totalmente gratuito.

terça-feira, 27 de abril de 2010

Salud Lésbica y Bisexual en Chile


Este martes 27 de abril la organización civil Red OSS con colaboración de ILGA LAC lanzará públicamente el primer Programa de Salud dirigido específicamente a lesbianas y bisexuales


RED OSS es una organización de la sociedad civil chilena que durante más de 10 años se ha dedicado a la atención y prevención del VIH y otras infecciones de transmisión sexual. En este camino detectaron el riesgo y la vulnerabilidad que afecta a lesbianas y bisexuales y decidieron asumir la responsabilidad política de su atención que no asume la mayoría de los gobiernos en LAC. Lo anterior significa doble incidencia de cáncer de mamas en lesbianas, aumento significativo de herpes, casi un nulo conocimiento sobre sus derechos sexuales, cáncer ginecológico, entre otros.

Para concretar este desafío estructuraron un programa de atención que en primera instancia contó con la capacitación de las y los profesionales de salud, consejeras y consejeros. Dicha capacitación que está en manos de la Secretaría Regional Lésbica ILGA LAC asume además un componente de evaluación mensual, de tal modo, que se incremente permanentemente la calidad de la atención que reciba cada lesbiana y bisexual que acceda al servicio. Si bien es cierto, RED OSS, se especializa en salud sexual - a partir de este proceso- ha desarrollado un enfoque de salud integral coherente con los estándares de calidad que espera concretar.

Las lesbianas y bisexuales que se incorporen al Programa de Salud “Mujeres Diversas” contarán con un servicio que incluye Consejería, Atención médica en salud sexual, entrega de información con enfoque de salud integral y el ingreso a una red de contactos que facilitarán su atención en otros espacios que promuevan el respeto a la diferencia.

El Programa es autogestionado por la organización, es decir, no cuenta con recursos económicos - de agencias colaboradoras ni del gobierno- que lo financien. Lesbianas y bisexuales podrán acceder a través de un bono de salud. Si la paciente no tiene acceso a esta fórmula la organización- como siempre lo ha hecho- acordará con la consultante el pago en base a su realidad económica.

El Programa se ha comenzado a difundir en distintos espacios de encuentro lésbico bisexual y espera en su lanzamiento tomarse las calles en donde se ubica la sede de RED OSS como una acción concreta de visibilidad y a la vez de denuncia de la ineficiencia de la acción gubernamental frente a las temáticas que afectan a lesbianas y bisexuales.

Cabe decir que ILGA LAC ha desarrollado un trabajo permanente en el ámbito de la salud. Es así como publica en el 2007 “La salud de las lesbianas y bisexuales: Cuestiones locales y preocupaciones comunes” y en este momento a través del trabajo autogestionado de las activistas lésbicas y bisexuales de la red elabora un Informe que recopila los aspectos más importantes de los escenarios que afectan a la salud lésbica y bisexual en América Latina y El caribe.



Fonte: ILGA (International Lesbian and Gay Association)

Convite - Grupo de Estudos e Reflexões Feministas sobre a Lesbianidade e Bissexualidade Feminina

É Com Grande alegria que o LAMCE anuncia a primeira reunião do Grupo de Estudos e Reflexões Feministas sobre a Lesbianidade e Bissexualidade Feminina!

O Grupo de Estudos é voltado para mulheres lésbicas, bissexuais e heterossexuais. O objetivo do Grupo de Estudos é aprofundar, refletir, debater e pensar sobre a sociedade, nosso corpo, nossos desejos, afetos, as políticas e todas as estruturantes de nossas opressões.

O primeiro módulo terá como tema: "Autopercepção da sexualidade: teoria e prática" , onde iremos aprofundar e debater a "descoberta" da possibilidade de outras formas de se relacionar que fujam da norma da heterossexualidade: "Sair do armário", "Se descobrir", ou " Se entender (ou não)", são as palavras chaves pra nossa primeira discussão.

ONDE? Casa Feminista Nazaré Flor: Avenida do Imperador, 1443 - Centro (Em Frente ao Colégio São Rafael, perto da Domingos Olympio)

QUANDO? Sábado, dia 1 de maio as 9hrs da manhã

Esperamos a presença de todas ;)

Maiores informações:
(85) 3283.4514
(85) 8690.6467 - Luanna Marley
(85) 8508.1618- Alessandra Guerra

Convocatória III Reunião ampliada sobre as mulheres e a parada

CONVOCATÓRIA



O grupo LAMCE tem o prazer de convocar todas as lésbicas e mulheres bissexuais, organizadas ou não, para a 3ª REUNIÃO AMPLIADA sobre a Participação Das Mulheres na XI Parada pela Diversidade Sexual do Ceará.

O Objetivo desta reunião é fechar alguns encaminhamentos já discutidos sobre as intervenções das mulheres lésbicas e bissexuais para o fim do machismo, racismo e lesbofobia, através de atuação na XI Parada do Ceará.


Salientamos a EXTREMA IMPORTÂNCIA da participação das mulheres organizadas para que possamos coletivamente deliberar sobre o que está sendo discutido. Segue abaixo o relatório com algumas das propostas já discutidas.




Contamos com sua presença ;)

Quarta, dia 28 de abril as 18:30 hrs

Local: Casa Feminista Nazaré Flor – Avenida do Imperador, 1443 (em frente ao Colégio São Rafael)


OBS.: Por favor, CONFIRMAR a PRESENÇA através do telefone 8508.1618 ou enviando e-mail paravisibilidadelesbicace@gmail.com

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Mulheres lésbicas e bissexuais resistindo ao patriarcado e pela VISIBILIDADE!

segunda-feira, 19 de abril de 2010

I Marcha LGBT a Brasilia e I Grito Nacional pela Cidadania LGBT

Nós do LAMCE apoiamos essa idéia! Estaremos em Brasilía junto com as delegações do Brasil inteiro para cobrar uma atitude com tanto desrespeito e discriminação a população LGBT no nosso país! Queremos políticas públicas que saiam do papel! Queremos a liberdade de amar e curtir quem a gente quiser! Temos os mesmos deveres, queremos os mesmos direitos! Não vamos ficar queitas perante tanta desigualdade!

Se você também apoia esta idéia, venha conosco participar dessa marcha!
Estamos organizando onibus para irmos a brasilia. Se você tem interesse em participar, venha participar de nossas discussões ou preencha a ficha de inscrição abaixo e remeta ao e-mail: lamcegrupo@hotmail.com, grab@uol.com.br ou a entregue preenchida no GRAB, que fica na Rua Teresa Cristina, 1050 Centro - Fortaleza.

Somos muitas e muitos e juntas vamos mudar o mundo!!!
F i c h a d e P r é - I n s c r i ç ã o
Marcha LGBT a Brasília e I Grito Nacional pela Cidadania LGBT


Nome Completo:
Nome Social:
Documento de Identidade (RG):
CPF:
Endereço Completo:
Bairro:
CEP:
Cidade:
Estado:
Telefones para contato:
E-mail:

Você está vinculado a alguma instituição, grupo, ONG ou movimento social?

Você conhece ou tem contato com alguma luta pelos direitos LGBT no Brasil?

Porque você acha que sua participação na Marcha LGBT pode contribuir para o fortalecimento dos direitos LGBT no Brasil?
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Observações: Esclarecemos que esta é uma ficha de pré-inscrição, que será avaliada por uma comissão formada pela organização da marcha no Ceará. Caso a inscrição seja validada ela dará direito ao transporte de ônibus ida e volta para Brasilia e hospedagem em alojamento local. Qualquer despesa extra e com alimentação deverá ser arcada pela pessoa inscrita.

sábado, 17 de abril de 2010

Atenção Mulheres Lésbicas e Bissexuais: 2ª Reunião Ampliada para discutir a XI Parada pela Diversidade Sexual

CONVOCATÓRIA


O grupo LAMCE tem o prazer de convocar todas as lésbicas e mulheres bissexuais, organizadas ou não, para a 2ª REUNIÃO AMPLIADA sobre a Participação Das Mulheres na XI Parada pela Diversidade Sexual do Ceará.

O Objetivo desta reunião é dialogar sobre as intervenções das mulheres lésbicas e bissexuais para o fim do machismo, racismo e lesbofobia, através de atuação na XI Parada do Ceará.

Contamos com sua presença ;)

Quinta, dia 22 de abril as 18:30 hrs

Local: Casa Feminista Nazaré Flor – Avenida do Imperador, 1443 (em frente ao Colégio São Rafael)

OBS.: Por favor, CONFIRMAR a PRESENÇA através do telefone 8508.1618 ou enviando e-mail para visibilidadelesbicace@gmail.com

sexta-feira, 9 de abril de 2010

Convocatória :D




Convocatória para a 1ª Reunião sobre a participação das mulheres na XI Parada do Ceará

C o n v o c a t ó r i a



Nós, do grupo LAMCE temos o prazer de convocar todas as lésbicas e mulheres bissexuais, organizadas ou não, para a 1ª REUNIÃO AMPLIADA sobre a Participação Das Mulheres na XI Parada pela Diversidade Sexual do Ceará.


O Objetivo desta primeira reunião é dialogarmos sobre como nós, lésbicas ou mulheres bissexuais, que estamos nos movimentando de alguma forma para o fim da discriminação estamos pensando a atuação na XI Parada do Ceará.


Contamos com sua presença ;)


Quinta, dia 15 de abril as 18:30 hrs


Local: Casa Feminista Nazaré Flor – Avenida do Imperador, 1443 (em frente ao Colégio São Rafael)

terça-feira, 23 de março de 2010

E aí.. Você acha que tem o direito de falar o que pensa?

Esse vídeo a gente recomenda!

Pra pensar e se revoltar com o nosso (não)direito a voz..

Intervozes - Levante sua voz from Pedro Ekman on Vimeo.

Vídeo sobre direito à comunicação produzido pelo Intervozes Coletivo Brasil de Comunicação Social com o apoio da Fundação Friedrich Ebert Stiftung retrata a concentração dos meios de comunicação existente no Brasil.Roteiro, direção e edição: Pedro EkmanProdução executiva e produção de elenco: Daniele RicieriDireção de Fotografia e- câmera: Thomas MiguezDireção de Arte: Anna Luiza MarquesProdução de Locação: Diogo MoysesProdução de Arte: Bia BarbosaPesquisa de imagens: Miriam DuenhasPesquisa de vídeos: Natália RodriguesAnimações: Pedro EkmanVoz: José Rubens ChacháCC - Alguns direitos reservadosVocê pode copiar, distribuir, exibir e executar a obra livremente com finalidades não comerciais.Você pode alterar, transformar ou criar outra obra com base nesta.Você deve dar crédito ao autor original.*** Se o vídeo não aparecer, instale o flashplayer gratuito clicando aqui . ***